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domingo, novembro 30, 2003

Love Actually 2
Aqui vão amais algumas notas sobre o filme Love Actually (O amor acontece):
1) De facto a imagem deixada sobre os portugueses é má, grave e sobretudo, falsa. É um país de há 30 anos atrás! Infelizmente, é assim que continuam a olhar para Portugal.
2) O que me incomoda na actuação da Lúcia Moniz é sua excessiva teatralidade (parece que está a ler alto para o espelho), mal muito comum de que padecem uma grande parte dos actores portugueses.
3) Quase não dá para reparar no Rodrigo Santoro, porque o reduziram a um boneco monossilábico. O que é pena. Não permite avaliar se o rapaz é bom ou mau actor (mas provavelmente isso também não interessa).
4) Uma boa parte do elenco é magnífico. E é provavelmente a qualidade desses actores que faz com que o filme pareça ter um nível e uma qualidade que não tem, pois as histórias são banalíssimas (excepção feita à história dos 2 actores de substituição e da secretária com o irmão doente).
5)A única coisa pior que um cliché é um cliché ainda maior. Foi assim que o Too Much Coffe Man derrotou o um dos seus inimigos o Cliché: tornou-se um cliché ainda maior! Portanto Mr Wolf, tenha bom senso: 10 clichés num só filme é demais!
Mas repito: vale a pena ver o filme. Tem bons diálogos, tem humor, é um filme de natal suportável e tem um final muito cómico.

Olhó robô (trabalha muito e gasta pouco oh-oh...)

A Imprevisibilidade: foi-te absolutamente inevitável que lançasses o anátema de supercomputador homicida, não foi?
O Pormenor: bílis? BÍLIS?! Mas... não conseguiste arranjar nada mais pusilânime?! Por favor...
O Paradoxo: contundente como seria de esperar. Como saberias que seria contundente? Por outro lado, sabia-lo pois tens plena consciência das implicações dos teus actos. Mas se tivesses plena consciência...
A delinquência: os actos de vandalismo ou outros actos praticados em casas de banho não são do meu interesse.
O escamoteamento: "vaidade"? Uma patética tentativa de esconder os verdadeiros motivos.
A Ciência vs Religião: uma surpresa para o teu intelecto, o facto de a Natureza basear-se numa diversidade biológica. Não somos todos macacos. Não somos feitos à tua imagem.
Clarividência vs Inconsciente: "a falta de um post de apresentação do blogue é uma falha cuja responsabilidade deve ser partilhada com todos os membros do blogue". Realmente sofres de complexos profundos. Turvam a tua visão e bloqueiam o teu raciocínio, concerteza. Não é uma questão de falha, da falta de um post de apresentação. O que está em questão é que o dito post impossibilitou um post de apresentação. Anulou a sua hipótese de existência. E é aqui que se revela uma estranha vertente totalitária, mais pronunciada do que se supunha: "nenhum de nós publicou nada que possa ser classificado como um post de apresentação.". Claro que não. É BOM QUE NÃO! Nenhum de nós, poderia escrever sozinho um post de apresentação do blog. Como fala em blog, é em nome de todos, consequentemente algo a ser concertado em conjunto. Nenhum voluntarismo unipessoal pode falar assumir-se como voz representativa se não estiver legitimado para tal. Espero que esta explicação passo a passo esteja suficientemente clara para todos, já a partir da faixa etária dos 4 anos.
As Pilhas: por favor muda de pilhas. Concretamente dos teus relógios, especialmente do biológico: "Em tempo útil nenhuma questão foi levantada..."? O que é tempo útil? Há um prazo? Menos de três dias não é em tempo útil? Sim, o trocadilho foi removido nesse tempo. E o teu próprio texto foi escrito apenas 7 dias após a publicação do trocadilho. De facto, não em tempo útil... E a remoção do trocadilho não se resume a uma simples opção estilística. Aliás, o que resta do post que foi actualizado? Nada! Consistia no trocadilho e a promessa de uma crítica em breve. E agora? Apenas a crítica. Nada na origem da promessa da crítica. Afinal o que foi actualizado, se não contém nada do anterior? Mas mesmo que fosse uma "simples" alteração seria fraudulento. Coloca-te na perspectiva do leitor. Claro que é naturalíssimo e perfeitamente humano o arrependimento de algo que se disse, se fez, se escreveu. Mas não suprimir esse algo. Posso fazer reparos, actualizações ou chamadas de atenção ao que escrevi mais tarde. Mas conserva-se o texto original. Alterá-lo não será manipulador da verdade? O post afinal existiu? E para quem? No limite até a existência de arquivos fica posta em causa. E a palavra incoerência deixa de ter significado prático. Toda a alteração é suspeita.
A Estenografia: podemos todos escrever assim. Que tal? A clareza de opiniões, o seu próprio conteúdo, transmitem-se como? Como se estabelece a comunicação? Será que para conseguir todos esses objectivos, linguagem é fundamental? Macaco Chino, eu até compreendo que, dada a tua condição, te seja natural o desejo de degradação da linguagem, de modo a reduzi-la a não mais que um familiar punhado de grunhidos. Apesar de articulares bem o discurso, o que leva a pensar que as experiências radioactivas nas quais foste cobaia sempre causaram algumas mutações vantajosas. Estes factos certamente levam a sentimentos contraditórios, pelo que deverias aprofundar com a matéria com especialistas.
A Recomendação literal: quanto à tua saúde, recomendo-te uma segunda opinião médica, pois a expressão dose de cavalo não é para ser levada à letra. Espero que o teu médico não seja da mesma espécie a que pertences.
A boa notícia: podes interromper a toma de calmantes, substituindo-os por um método natural, que até possui efeitos secundários extremamente benéficos. Basta pensares menos; assim, deixas de ter munições para atirar aos turistas.
A Pergunta: como são pagos os teus honorários de advogado?
O Espanto: quem contrata macacos para advogado?
A Dupla Personalidade: o blogger que se apresenta como Crítico Fantasma e que assina como mosca do ecrã.
A Promessa: aquela fascinante criatura extraterrestre recém chegada com todos os seus delirantes depoimentos.

quinta-feira, novembro 27, 2003

Woody Allen

"If you're not failing every now and again, it's a sign you're not doing anything very innovative."

IMPORTANTE: CORRECÇÃO

No post anterior, cometi um erro. A autoria do referido raciocínio einsteiniano "quatro votantes, quatro críticos" é atribuído erroneamente ao Macaco Chino. Ao ler o texto onde o dito raciocínio é revelado em todo o seu esplendor, torna-se de facto claro que o autor é (o) Zhero.
Talvez dominado por um ímpeto pessimista causado pelos abusos dos posts enunciados, em particular pelo do Macaco Chino, procedi a uma interpretação deveras incorrecta. Aconteceu que acabei por culpar o autor do elemento despoletador do dito racicíonio, ou seja de que "Jackie Chan é o Maior", tal qual maçã que cai sobre o Newton.
Assim, o Macaco Chino é alheio à teoria elaborada pelo Zhero.

De forma a não suscitar qualquer dúvida, saliento não procurar qualquer espécie de atenuante para a minha má interpretação; a responsabilidade de tal acto é total e absolutamente imputável à minha única pessoa.

quarta-feira, novembro 26, 2003

Que blog é este?!

Interrogo-me, após leitura destes primeiros posts. Não consigo deixar de o fazer. Tratando-se de algo do qual faço parte, é inevitável escrever estas linhas.
Dado o teor dos acontecimentos e das suas imediatas implicações, a discussão ultrapassa o plano interno do blog. Exactamente pela ineficácia (ou mesmo inexistência) duma coluna vertebral interna.
Repare-se logo no início. Ao invés de um post de apresentação do blog, como manda o mais puro bom-senso, surge um pequeno trocadilho sarcástico baseado em actos recentes relativos selecção nacional de futebol. Cristalino, começar um blog sobre cinema com algo deste género... Para melhor ou para pior, na actualização do post, o trocadilho foi removido... O que leva a outra reflexão, a que pelo menos, a partir de agora, haja a honestidade intelectual de não alterar os posts. Só aqui fica patente a inexistência do mínimo desejo de um vestígio duma qualquer linha editorial.
Mais adiante, outro post causa preocupação. Mas aqui, a preocupação é pela saúde mental de quem o escreveu. Aquele raciocínio dos quatro votantes, quatro críticos é soberbo... Prefiro pensar que o post não tinha qualquer intuito humorístico. Penso que assim torna-se mais abonatório.
Mas.. quem escreveu apenas está a citar! Sim, incrível! Não é o autor. Este facto lembra-me de imediato Obi Wan Kenobi perguntando a Han Solo: "Quem é o mais louco? O louco ou o louco que o segue?" (Star Wars: A New Hope).
Isto nem no teatro do absurdo...
É no post seguinte que ocorre o verdadeiro cúmulo: "Foi precisamente para reagir contra esta hipocrisia cultural que criámos este blogue. Isso e o facto de não percebermos patavina das críticas deles. Por isso nos comprometemos a escrever críticas minimamente inteligíveis e a justificar as nossas opiniões, como deveria ser fosse este um mundo decente, raios partam..."
Dado o texto, penso ter o direito e ser justo responder deste modo: Fala por ti, Macaco. Se as tuas sinapses não permitem mais que leitura do Guia TV, que culpa tenho? Não chateies, dedica-te a outra coisa. Olha come bananas. E se te aborreceres a comer bananas, vai a este link. Concerteza encontrarás novas formas de autodivertimento com as mesmas bananas. Criámos este blog para quê? Ainda por cima precisamente? Aconselho-te vivamente a ires ao médico, pois os comprimidos que tomas já não fazem efeito. Precisamente isso. Mas a parte de justificar as nossas opiniões está acertada, o que me faz pensar que talvez não estejas num patamar evolutivo tão baixo. Mas não te iludas, não sonhes que a tua espécie tem semelhanças com qualquer ser do Planeta dos Macacos. Vê se aprendes uma coisa: o que grunhes não me diz respeito.
Apelo ao seguinte: vociferem o que quiserem, mas não em meu nome. Só com a minha autorização. Relembro como funcionam as democracias. Portanto, reagirei a qualquer tique totalitáro. Usem o vosso nome. Foi discutido comigo? Não? Então falem na vossa única pessoa. Se possuírem qualquer complexo que vos impele a expandir os vossos actos a outros, por favor contactem um especialista psiquiátrico. Os meus desejos de rápidas melhoras.
A propósito das parvoíces que normalmente dizes... Dizer parvoíces é uma coisa, escrever parvoíces é outra... Mas acéfalo mesmo, é escrever parvoíces APÓS serem ditas...
Mais? Sim... Se há mais posts, há mais pontos negativos, ao que parece...
Penso que seria desejável que o nível escrita traduzisse um mínimo de frequência numa escola primária. E isto não é um telemóvel. Utilização de «k» como «que»? Mais poluição de linguagem sms num blog onde as palavras são sempre poucas para descrever imagens...
Aqui vai algo que aprendi:
A linguagem escrita é diferente da linguagem falada. Os discursos são diferentes. Portanto, foi um tanto supreendente encontrar «pá». Mas claro que a escola primária foi há muito tempo.

Num dos posts, publicou-se «Não me desprezem; para este blog funcionar é preciso atitudes de coragem como esta.»
Estás muito enganado... Coragem é isto.
Internamente será assim.
Se alguém achar os comentários demasiado corrosivos, então o caso é ainda
pior. Leiam melhor o título do blog. Exacto... Isto não é para meninos de coro.

Até breve.

Novas no Apple Movie Trailers: Hellboy e Troy.

terça-feira, novembro 25, 2003

O macaco chino tem novamente razão
Nestes longos dias longe das salas de ópio cinéfilo tenho tido tempo para pensar um pouco nos motivos que me levam a escrever para este blog. E mais uma vez tenho que dar razão ao macaco chino. Este blog não é de reacção mas de acção: não estou contra os críticos; simplesmente estou farto deles! Gosto muito de cinema e gosto ainda mais de discutir cinema e descobrir novas obras de cinema (como por exemplo os filmes do Jackie Chan). Mas sobretudo gosto que a discussão esteja a ao nível do espectador, crítica e séria, e que permita que as boas e más experiências sejam partilhadas com quem goste de cinema. Neste blog fazemos por ter de tudo o que há de pontos de vista cinéfilos. Por isso cambada, ilumenemos as salas de cinema, os televisores e todos os outros aparelhos onde se podem ver muitos e bons filmes, com a nossa clarividência quasi divina.

domingo, novembro 23, 2003

Matrix Revolutions

Revoluçao ou nao...NAO!as espectativas eram altas...sou um dos crentes na igreja Matrix!o por isso fiquei desiludido,mas decidi dar outra oportunidade ao filme...foi ve-lo pela segunda vez...e surpresa!gostei!especialmente do final!o argumento tem muitas subtilezas...nao e tao simplista como parece `a primeira vista...recomendo a quem seja fiel `a religiao Matrix um 2º visionamento...mas mesmo assim...algumas questoes se "levantam" personagens mal utilizadas(merovingian por exemplo)...uso excessivo de imagens digitais(invasao a zion)...mas mesmo assim...sai daqui com: 3,5/5

Love Actually...

Acabei de chegar a casa...a chuva cai la fora...and love actually is good!sim concordo com o Zhero num aspecto,o filme usa os tipicos clichés...MAS..."usa-os" muito bem!a melhor comedia romantica dos ultimos anos...um filme que mostra como as comedias romanticas deviam ser...10 historias que "resumem" todo o historial das comedias romanticas...juntaram um elenco de luxo de magnificos actores britanicos e a nossa lucia!nao acho que ela seja mediocre!passa no exame com um suficiente,nao foi assim tao ma Zhero...mas o brasileiro Rodrigo Santoro!(Atençao miudas!)parecia um objecto!mas em todos os panos cai a nodoa...o retrato dos portugueses no filme e por conseguinte de Portugal...nos nao somos assim!!!(uma representaçao tacanha e primitiva...homens de bigode e mulheres tb com bigode!)mas francamente gostei...eu sou um coraçao mole!mas nao sou roto!;)
Cotação:4/5 (o primeiro filme de natal!sempre gostei do natal!)

Love Actually
Sim, fui ver este romance de Natal. Não me desprezem; para este blog funcionar é preciso atitudes de coragem como esta. Além do mais tenho a dizer-vos que o filme não é assim tão meloso que não valha a pena dar uma espreitadela. Mas vamos ao que interessa. O filme é um montagem de 10 histórias de amor paralelas que vão ter o seu desfecho na noite de Natal. Algumas delas bem conseguidas, outras apenas a repetição de clichés (sobretudo o Hugh Grant). Mas o filme vale a pena, pelo humor, por grande parte dos actores (britânicos) e pelo final (vale a pena esperar as duas horas). Agora vamos à vaca fria: o que raio passou pela cabeça dos produtores para escolherem a Lúcia Moniz! Fisicamente talvez ela reproduza bem a portuguesa média, mas como actriz é extremamente mediocre (aliás isto é um elogio). Até a Claudia Schiffer se sai melhor (sim ela aparece no filme). Cotação: 2/5 (vale a pena para fugir à confusão e às responsabilidades das compras de Natal).

Actualizado
Em baixo: a crítica ao Shaolin Soccer.
Sejam bem-vindos ao blog Crítico Fantasma e Macaco Chino!

Olá pessoal o crítico fantasma chegou!
Mas enfim, para críticas apenas posso falar da terceira parte da Saga Matrix, neste caso Revolutions. Pá o filme desaponta por lhe faltar a profundidade k se esperava da conclusão de algo k começou tão bem. Graficamente fabuloso desvia a atenção da falta de uma conclusão e dos buracos no argumento. Melhor sorte para a próxima.

Apesar disto o filme vale bem o preço do bilhete e só desaponta quem levava altas expectativas.
merce 3,5/5

sexta-feira, novembro 21, 2003

The Medallion
O Macaco Chino é que tem razão: o Jackie Chan é o Maior. Passeava os olhos pelos cinecartaz no PÚBLICO on-line, para me informar das estreias e das cotações dadas pelos críticos rabugentos deste periódico, quando fui de encontro ao novo filme do Jackie Chan: O Medalhão. Como seria de prever, nenhum dos críticos ditos de cinema tinha ido ver este filme pois não tinha cotação. Engano meu. Quando fui ver a crítica do público de cinema descobri que já haviam 4 votos e que a cotação média do filme era… 5 estrelas. Foi aí que percebi do truque. Façam as contas comigo: os críticos do público são 4; o número de votantes são também só 4. Lógico. Os críticos do PÚBLICO para não darem a cara dissolveram-se nessa massa amorfa que é o público de cinema para poderem dizer bem do filme sem perderem a cara! Eu ainda não vi o filme, mas conheço bem o terror dos críticos do PÚBLICO a falarem bem de um filme dito comercial. Mas o Jackie Chan acabou com esta injustiça. Parabéns Macaco Chino por nos mostrares a luz!

Hellboy

Sou um grande admirador dos desenhos de Mike Mignola e da sua principal criação: Hellboy. Estamos no tempo em que finalmente é possivel adaptar a banda desenhada para o grande ecrã com a qualidade que merece (embora nem sempre com o devido respeito). Tenho algumas expectativas em relação a este filme sobretudo devido à equipa envolvida no projecto. O filme estreia em Abril do próximo ano nos EUA. A ver vamos. Até lá o primeiro "trailer" já está disponível no Yahoo Movies. A minha cotação: 2/5. A ver vamos.

quinta-feira, novembro 20, 2003

Shaolin Soccer
( Finalmente a crítica ao filme. Ora aqui estão 90 minutos (um bocadinho mais) em que se consegue falar de futebol sem se perder a calma mas em que se parte tudo (sobretudo partes corporais e argumento!). Tiranado os efeitos especiais, surpreendentemente bem conseguidos, há muito pouco mais que se possa dizer sobre o filme. É a velha história de um grupo de derrotados pelo mundo que por intervenção dívina se tornam grandes campeões, recorrendo para isso a técnicas de artes marciais dos seus antepassados (Kung-fu), e que por isso o mundo se torna um melhor sítio onde se viver (pelo menos para quem escorrega em cascas de banana ou tem de arrumar o carro num local difícil). O que salva por vezes o filme é o humor e os esteriótipos exagerados dos maus da história. Este é um filme para os saudosos do Tsubassa e do Dragon-ball. Os outros só vão perder tempo. A minha cotação: 1/5.

terça-feira, novembro 18, 2003

Parabéns Mickey Mouse!


It can only be attributable to human error.

sábado, novembro 15, 2003

I Have Arrived!

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