segunda-feira, dezembro 08, 2003
Blog suspenso
Até todos os membros deliberarem sobre o assunto.
Até todos os membros deliberarem sobre o assunto.
A dignidade
Aliás, tu publicaste um post onde manifestavas toda a tua repugnância pelo meu post. Mas não te satisfez. Claro que não. Não és igual a cada um de nós. És algo mais, não é? Há um substantivo que define bem o assunto: tirania.
E já agora, o teor chantagista mascarado de uma superioridade de pseudosacrifício-altruísta fica-te a matar. Completa bem o quadro.
Cada vez que recordo a conversa de ontem, face ao que se sucedeu, enoja-me. A tua hipocrisia, isso sim, dá vómitos.
Aliás, tu publicaste um post onde manifestavas toda a tua repugnância pelo meu post. Mas não te satisfez. Claro que não. Não és igual a cada um de nós. És algo mais, não é? Há um substantivo que define bem o assunto: tirania.
E já agora, o teor chantagista mascarado de uma superioridade de pseudosacrifício-altruísta fica-te a matar. Completa bem o quadro.
Cada vez que recordo a conversa de ontem, face ao que se sucedeu, enoja-me. A tua hipocrisia, isso sim, dá vómitos.
Não culpes as circunstâncias... Não confundas motivações com responsabilidade. O problema é que, para algumas pessoas, "direito" é apenas uma palavra. O que me espanta é que sabendo tu que não tinhas o direito de tal acto, pratica-lo na mesma e mesmo posteriormente não te arrenpendes. A questão é que, para ti, DIREITO é apenas uma palavra. "Não tenho o direito de o fazer" é apenas uma frase. Apenas retórica. Bem como a censura. Deixa-me dizer-te que obviamente não és contra a censura. É quando não se está totalmente de acordo, que se vê quem aceita ou quem censura. Aí é que se descobrem os totalitários e inimigos da liberdade (de expressão). Ainda por cima és covarde. Ontem mantiveste uma conversa comigo e não disseste nada do que querias fazer. Fizeste tudo pelas costas. Deliberadamente. Nem uma nota. Honra é simplesmente outra palavra para ti.
QUEM ÉS TU PARA CENSURAR? QUEM PENSAS QUE ÉS? PIDESCOS NÃO. IGUALDADE SIM.
QUEM ÉS TU PARA CENSURAR? QUEM PENSAS QUE ÉS? PIDESCOS NÃO. IGUALDADE SIM.
BLOG SUSPENSO
O ENGRAÇADINHO QUE SE ACHOU NO DIREITO DE REMOVER O MEU POST QUE SE ACUSE.
PENSO NÃO SER NECESSÁRIO DIZER MAIS NADA.
O ENGRAÇADINHO QUE SE ACHOU NO DIREITO DE REMOVER O MEU POST QUE SE ACUSE.
PENSO NÃO SER NECESSÁRIO DIZER MAIS NADA.
domingo, dezembro 07, 2003
Disseste-o bem: críticas de cinema.
Pena que não te manifestes com outros insultos. Reflecte bem quem insulta quem, e concluirás a inevitabilidade do meu post.
Pena que não te manifestes com outros insultos. Reflecte bem quem insulta quem, e concluirás a inevitabilidade do meu post.
George Orwell
"Alimentados durante centenas de anos por uma literatura em que a Justiça invariavelmente triunfa no último capítulo, cremos meio instintivamente que o Mal se acaba por se malograr com o decorrer no tempo. O pacifismo, por exemplo baseia-se bastante nesta crença. Se não nos opusermos ao Mal, duma maneira ou de outra ele há-de acabar por se autodestruir. Mas porque razão isso havia de acontecer? Onde vemos nós essa autodestruição? Haverá algum exemplo de um moderno Estado industrializado ruir sem ser conquistado do exterior por uma força militar?
(...)
Não há razão nenhuma para pensarmos que este estado de coisas irá mudar enquanto for tolerada qualquer dominação totalitária."
Recordações da Guerra Espanhola de George Orwell (Tradução e posfácio Júlio Henrique, 3º edição, Edições Antígona).
"Alimentados durante centenas de anos por uma literatura em que a Justiça invariavelmente triunfa no último capítulo, cremos meio instintivamente que o Mal se acaba por se malograr com o decorrer no tempo. O pacifismo, por exemplo baseia-se bastante nesta crença. Se não nos opusermos ao Mal, duma maneira ou de outra ele há-de acabar por se autodestruir. Mas porque razão isso havia de acontecer? Onde vemos nós essa autodestruição? Haverá algum exemplo de um moderno Estado industrializado ruir sem ser conquistado do exterior por uma força militar?
(...)
Não há razão nenhuma para pensarmos que este estado de coisas irá mudar enquanto for tolerada qualquer dominação totalitária."
Recordações da Guerra Espanhola de George Orwell (Tradução e posfácio Júlio Henrique, 3º edição, Edições Antígona).
Regresso
Passados que estão os 3 dias de intervalo para a XXXIV Reunião da Sociedade Portuguesa de Farmacologia em Coimbra (a ciência, excelente), está na hora de retomar a realidade.
É de mim ou passou despercebida a celebração dos 10 anos da morte desse OVNI que foi Frank Zappa? A única referência que vi foi no PÚBLICO. Macaco Chino és um erudito na matéria, portanto fico à espera de algumas palavras sobre o assunto.
No tempo lento dos comboios (parecem desafiar todas as leis da física) li "Recordações da Guerra Espanhola" de George Orwell (Tradução e posfácio Júlio Henrique, 3º edição, Edições Antígona). É um óptimo texto para se compreender algumas implicações das idiologias (tanto políticas como morais) no desenrolar das guerras, despido de qualquer tipo de romantismo e de ficção. Um bom texto para abrir as hostilidades na discussão sobre a recente guerra no Iraque, as suas consequências e algumas atitudes dos líderes políticos, dos intelectuais e da comunicação social (talvez o mais interessante dos três).
Parece que o Putin vai ganhar a maioria de 2/3 na câmara baixa do parlamento (DUMA) o que vai reforçar o seu poder, e enfraquecer a oposição (nomeadamente os comunistas), dando-lhe quase carta branca para mudar as leis. O futuro da Rússia parece cada vez mais sombrio (ou não?).
Por fim, em temas mais cinéfilos, hoje à noite na RTP2, às 21h, um documentário sobre Akira Korosawa, do qual apenas vi (do princípio ao fim) Os Sete Samurais.
Passados que estão os 3 dias de intervalo para a XXXIV Reunião da Sociedade Portuguesa de Farmacologia em Coimbra (a ciência, excelente), está na hora de retomar a realidade.
É de mim ou passou despercebida a celebração dos 10 anos da morte desse OVNI que foi Frank Zappa? A única referência que vi foi no PÚBLICO. Macaco Chino és um erudito na matéria, portanto fico à espera de algumas palavras sobre o assunto.
No tempo lento dos comboios (parecem desafiar todas as leis da física) li "Recordações da Guerra Espanhola" de George Orwell (Tradução e posfácio Júlio Henrique, 3º edição, Edições Antígona). É um óptimo texto para se compreender algumas implicações das idiologias (tanto políticas como morais) no desenrolar das guerras, despido de qualquer tipo de romantismo e de ficção. Um bom texto para abrir as hostilidades na discussão sobre a recente guerra no Iraque, as suas consequências e algumas atitudes dos líderes políticos, dos intelectuais e da comunicação social (talvez o mais interessante dos três).
Parece que o Putin vai ganhar a maioria de 2/3 na câmara baixa do parlamento (DUMA) o que vai reforçar o seu poder, e enfraquecer a oposição (nomeadamente os comunistas), dando-lhe quase carta branca para mudar as leis. O futuro da Rússia parece cada vez mais sombrio (ou não?).
Por fim, em temas mais cinéfilos, hoje à noite na RTP2, às 21h, um documentário sobre Akira Korosawa, do qual apenas vi (do princípio ao fim) Os Sete Samurais.
sábado, dezembro 06, 2003
Coimbra


quarta-feira, dezembro 03, 2003
"Vengeance is in my heart, death in my hand, Blood and revenge are hammering in my head" 2
Um pouco em jeito de comentário ao post do John sobre a peça de Shaskepeare, faço minhas as palavras de um post do Abrupto (http://abrupto.blogspot.com), que a seguir transcrevo, sobre os clássicos:
«"Nem esperança , nem medo", o motto de Isabel d'Este, que conhecia bem os seus clássicos. Acho que hoje nem se percebe bem , porque não se quer perceber. "Sem medo", todo o pequeno revoltado romântico, que pensa que funda a sua individualidade sobre uma espécie de revolta que o torna dignamente indomável todas as noites ao adormecer, ainda vá que não vá. Mas a verdadeira coragem está no "sem esperança", ser capaz de não ter esperança, de viver sem esperança, aí sim é difícil. Os clássicos achavam que era assim que se vivia mais feliz. O que é que eles sabiam, que nós não queremos aprender?»
Um pouco em jeito de comentário ao post do John sobre a peça de Shaskepeare, faço minhas as palavras de um post do Abrupto (http://abrupto.blogspot.com), que a seguir transcrevo, sobre os clássicos:
«"Nem esperança , nem medo", o motto de Isabel d'Este, que conhecia bem os seus clássicos. Acho que hoje nem se percebe bem , porque não se quer perceber. "Sem medo", todo o pequeno revoltado romântico, que pensa que funda a sua individualidade sobre uma espécie de revolta que o torna dignamente indomável todas as noites ao adormecer, ainda vá que não vá. Mas a verdadeira coragem está no "sem esperança", ser capaz de não ter esperança, de viver sem esperança, aí sim é difícil. Os clássicos achavam que era assim que se vivia mais feliz. O que é que eles sabiam, que nós não queremos aprender?»
Última nota: acabar de vez com as dúvidas
Quando falei da honestidade intelectual relativamente ao post do Zhero, não era num plano pessoal, como já lhe comuniquei em privado. Não estava a duvidar da sua honestidade intelectual. Longe disso. Era apenas relativamente àquele post e só. Trata-se de apenas de um acto, e como tal considerado, algo isolado. Foi apenas um acto. Se possível, tratava-se da honestidade do próprio post.
Penso que os erros ortográficos e de computador, não só podem como é desejável que sejam corrijdos. Bem como questões estéticas. O conteúdo mantém-se. Isso é que é o relevante.
Isto estende-se em sentido lato à sintaxe, se bem que... o caso é delicado. E penso que só algo como o bom senso poderá decidir, caso a caso. É preciso cuidado.... uma vírgula pode alterar por completo todo um texto...
Quando falei da honestidade intelectual relativamente ao post do Zhero, não era num plano pessoal, como já lhe comuniquei em privado. Não estava a duvidar da sua honestidade intelectual. Longe disso. Era apenas relativamente àquele post e só. Trata-se de apenas de um acto, e como tal considerado, algo isolado. Foi apenas um acto. Se possível, tratava-se da honestidade do próprio post.
Penso que os erros ortográficos e de computador, não só podem como é desejável que sejam corrijdos. Bem como questões estéticas. O conteúdo mantém-se. Isso é que é o relevante.
Isto estende-se em sentido lato à sintaxe, se bem que... o caso é delicado. E penso que só algo como o bom senso poderá decidir, caso a caso. É preciso cuidado.... uma vírgula pode alterar por completo todo um texto...
O vôo do moscardo
Mosca do ecrã, fiquei elucidado. Não sofres de dupla personalidade. Percebi o crítico fantasma. Agora lê o teu primeiro post e o post imediatamete seguinte. Se reparares, após dizeres "Olá pessoal o crítico fantasma chegou!" foi dito de seguida "Sejam bem-vindos ao blog Crítico Fantasma e Macaco Chino!". Após esta leitura, que achas que deduziria? Vês? Mas fica corrigido.
Quanto ao impor regras... Impor? E sem o teu conhecimento? Começando por aqui, tudo o que foi dito está aqui, aos olhos de todos. Agora eu não imponho nada, nem isso tentei. No que te diz respeito, o meu texto apenas foi uma crítica. Não estava a exigir nenhum padrão de escrita. Apenas critiquei. As exigências foram dirigidas a outros alvos. Uma releitura não te fazia mal.
Agora, o apontamento do ser um Camões ou Eça roça a demagogia. Que tal te defenderes em vez de atacar? Porque tomas a crítica que te foi feita como uma exigência radical? Acho que deves ir ao oculista urgentemente. Alguém te disse para seres um Camões? Ou oito ou oitenta? Não te cinges ao que foi dito? Deve tratar-se de alguma incapacidade para lidar com críticas... Não entendo porque adoptas uma lógica maniqueísta de resposta.
E agora repetes que já gerou polémica aqui. Algo que viola o que foi estabelecido antes da criação do blog. Por muito que custe aos teus neurónios, para certas pessoas o Sr. João Jardim até pensa, e não deve ser assim tão raro encontrar algumas que até o consideram bastante mais inteligente que tu. Não achas que deverias guardar essas bocas prepotentes para outro lado? Não vês que, ao mandar esses bitaites, quem não concordar poderá gerar uma discussão que não tem nada que ver com o que estavas a criticar? A conversa afasta-se-ia totalmente do que estava em causa. Evita o levantar de questões absolutamente laterais e desnecessárias ao blog. Porque não usas uma prepotência cinéfila? Manda umas bocas mais inspiradas no mundo dos filmes. É tão vasto...
Terminando, qual é o espírito do blog que dizes?
Mr. Wolf finally gets one
Também és contemplado desta vez.
O que eu queria, ó perspicácia, era também escrever só sobre cinema. Eu escrever sobre o que eu penso. Não posso deixar que alguém se ache no direito de escrever por mim, que me atribua pensamentos e razões que não me pertencem.
Eu não gosto sequer de lavar roupa suja, quanto mais em público. Mas não sou submisso. Pelos vistos tu sim, tal grande adepto do laissez-faire, mas eu não. Desculpa, mas escusavas de dar pistas sobre a tua vida mais íntima.
Uma reflexão estritamente pessoal: O meu erro foi pensar que existe algo de carácter quase universal designado por BOM SENSO. Mas gosto de pensar que, pelo menos algum dia e algures, ele existirá.
Mosca do ecrã, fiquei elucidado. Não sofres de dupla personalidade. Percebi o crítico fantasma. Agora lê o teu primeiro post e o post imediatamete seguinte. Se reparares, após dizeres "Olá pessoal o crítico fantasma chegou!" foi dito de seguida "Sejam bem-vindos ao blog Crítico Fantasma e Macaco Chino!". Após esta leitura, que achas que deduziria? Vês? Mas fica corrigido.
Quanto ao impor regras... Impor? E sem o teu conhecimento? Começando por aqui, tudo o que foi dito está aqui, aos olhos de todos. Agora eu não imponho nada, nem isso tentei. No que te diz respeito, o meu texto apenas foi uma crítica. Não estava a exigir nenhum padrão de escrita. Apenas critiquei. As exigências foram dirigidas a outros alvos. Uma releitura não te fazia mal.
Agora, o apontamento do ser um Camões ou Eça roça a demagogia. Que tal te defenderes em vez de atacar? Porque tomas a crítica que te foi feita como uma exigência radical? Acho que deves ir ao oculista urgentemente. Alguém te disse para seres um Camões? Ou oito ou oitenta? Não te cinges ao que foi dito? Deve tratar-se de alguma incapacidade para lidar com críticas... Não entendo porque adoptas uma lógica maniqueísta de resposta.
E agora repetes que já gerou polémica aqui. Algo que viola o que foi estabelecido antes da criação do blog. Por muito que custe aos teus neurónios, para certas pessoas o Sr. João Jardim até pensa, e não deve ser assim tão raro encontrar algumas que até o consideram bastante mais inteligente que tu. Não achas que deverias guardar essas bocas prepotentes para outro lado? Não vês que, ao mandar esses bitaites, quem não concordar poderá gerar uma discussão que não tem nada que ver com o que estavas a criticar? A conversa afasta-se-ia totalmente do que estava em causa. Evita o levantar de questões absolutamente laterais e desnecessárias ao blog. Porque não usas uma prepotência cinéfila? Manda umas bocas mais inspiradas no mundo dos filmes. É tão vasto...
Terminando, qual é o espírito do blog que dizes?
Mr. Wolf finally gets one
Também és contemplado desta vez.
O que eu queria, ó perspicácia, era também escrever só sobre cinema. Eu escrever sobre o que eu penso. Não posso deixar que alguém se ache no direito de escrever por mim, que me atribua pensamentos e razões que não me pertencem.
Eu não gosto sequer de lavar roupa suja, quanto mais em público. Mas não sou submisso. Pelos vistos tu sim, tal grande adepto do laissez-faire, mas eu não. Desculpa, mas escusavas de dar pistas sobre a tua vida mais íntima.
Uma reflexão estritamente pessoal: O meu erro foi pensar que existe algo de carácter quase universal designado por BOM SENSO. Mas gosto de pensar que, pelo menos algum dia e algures, ele existirá.
A FINA FLOR DO ENTULHO
“mais por falta de paciêcia que de argumentos, prometo não continuar esta dinâmica de resposta/contra-resposta que parece ter-se desenvido entre mim e o HAL. Se ele quiser pode ficar com a última palavra. Eu, a partir de agora, escrevo críticas de filmes.”
O verniz estalou-te. Afinal era apenas uma casca grossa. Mas quem diria…
Que grande nobre moral revelaste! Que correcção naquelas linhas…
Antes de mais, afirmo que não se deve confundir actos com pessoas. No entanto há certos actos, (ou talvez melhor, atitudes) que revelam tudo sobre uma pessoa. Não deixam margem para dúvidas. São ocasiões onde se apresentam como verdadeiramente são.
Como terminas é flagrante: tornou-se claro que a baixeza é-te intrínseca. Revelaste uma tal personalidade rastejante que, confesso, surpreendeu-me. Sinto-me tentado a simplificar que não passa tudo de um manifesto pueril resultante de birras dum ego ainda infantil. Contudo, tenho consciência que não é assim tão maniqueísta. Antes fosse…
Lamento que ainda não tenhas compreendido a Imprevisibilidade, fenómeno que só pode ser explicado definitivamente por clara burrice de mono.
O Paradoxo é um dos pontos reveladores dos teus padrões morais. E de respeito. Não tinhas nada que dizer que já me conheces há determinado tempo. Trazer algo pessoal, por mais insignificante que seja, para o domínio público, é inadmissível. Só possível para pessoas sem princípios.
Agora o meu odor corporal. A tua burrice chega ao cúmulo. As tuas narinas estão, como hei-de dizer… repletas de macacos. Aliás, se o teu olfacto estivesse operacional, não conseguirias respirar com o teu próprio fedor (odor, como chegas a referir!). Pena que a tua fanhosice não se resuma à voz.
No Escamoteamento continuas a mostrar a tua inaptidão para interpretar qualquer texto por mais simplificado que esteja. Platirrino mais tapado é impossível. Nem como aqueles (que também surgem como papagaios) que apenas dizem “Como te llamas? Quiero ser como tu”.
Da Clarividência à estenografia: Aqui o nojo continua. Asqueroso é sem dúvida a palavra ideal. Indiferente a todos? Desculpa duvidar de tão honrosa palavra, mas tens a certeza do que dizes? Já se tornou conhecida a tua capacidade de interpretação e a tendência para. E porque não o dizem os próprios? E mesmo que seja verdade, que tal percorres a blogosfera uma vez? Sabes, já existiam blogs antes de tu ou eu sabermos sequer o que raio era um blog. Descobririas um pouco de algo chamado bom senso, comprovando concerteza a evidência do post de apresentação. Mas a tua nulidade não te deixa ir muito longe. Agora, não penses que me arrastas para me tornar igualmente um medíocre. Não seria importante informar desde logo que o blog tinha um saimiri? Penso que um sinal de aviso da presença de uma aberração argumentativa seria algo humanamente decente.
Mas continuas com mais uma deliciosas palavras fecais. Mas desde quando é que os amigos opinam uns pelos outros? Estás doido? Já agora porque não um amigo votar por ti? Escreve-se algo em nome de todos e eu tenho que assinar de cruz? Depois reclamo se não estiver de acordo? E que tal evitar criar uma situação do género, não seria mais respeitador? Terás tu o direito, por exemplo, de declarares que para o blog, o génio da estimulação intelectual é o Ron Jeremy? E se discordar depois digo qualquer coisa? Não regulas de facto. Que tal aprenderes de vez que grunhes apenas em teu nome?
Sobre a amizade, considero que um dos requisitos é o facto de não pensarem uns pelos outros: respeitam as diferenças. Amizade não é uma homogeneização. Como tal, também eu pensava que não seria necessário de todo grandes regras ou protocolos. Mas enganei-me... Afinal o bom senso não impera. Eu não posso admitir que ninguém, ninguém, fale em meu nome ser estar legitimado para tal. Impor opiniões? Os amigos supostamente não procedem assim. É lamentável… E torna-se evidente que tens a perfeita noção do teu totalitarismo. Em teu abono, só posso especular que seja por complexos mal resolvidos. Pena que a visão umbiguista continue a provocar dano.
Mas há um ponto onde aplicas todo teu mau carácter. Quando me atiras a pérola segundo o teu conceito de honestidade intelectual” devido ao “só há fanchonos neste site”, revelas toda a tua falta de escrúpulos com recurso a tal demagogia. A demagogia parece ser, aliás, toda a tua técnica de pseudo argumentação. É bastante óbvio que jamais poderia deixar de responder quando questionas a minha honestidade intelectual. Posso dizer que o meu conceito bem como a sua prática estão intactos. Para te relembrar a tua néscia memória, e de modo apagar qualquer duvida virtual, o referido texto era um post TESTE. Se puxares um pouco pela tua cabecinha, recordarás que comunicaram-me então o facto de os posts não estarem a ser publicados. Como tal, procedi a UM TESTE, tentando publicar um texto após várias configurações. Ainda bem que revelas toda a tua dignidade neste facto que só demagogicamente poderia ser envolvido na discussão. A tua demagogia provoca vómitos.
Relativamente à tua saúde, creio já ter percebido. O problema é que aquilo não era para engolir. Não eram comprimidos. Deixa-me dizer-te: os supositórios não se engolem. Sim, é no que pensaste. A via correcta de administração é mesmo essa. Para tua estupefacção; é mesmo por aí. Eu sei que segundo a tua lógica, parece-te impossível, dadas as dimensões reduzidas dos mesmos. Mas é mesmo assim. Tenta controlar um pouco o desejo de permaneceres no baú até que ouças “Bring out the Macaco Chino”. Abstrai-te do consequente tratamento medieval com o maçarico e perceberás.
Faço um apelo à comunidade de psicologia para te estudarem. Agradecia que explicassem o teu comportamento, de modo a prevenir novos casos. Eu só posso especular que talvez em vez de biberão, tenhas recorrido a um bispote mais concorrido. Talvez explique o facto de, ao invés de pensares, dejectares.
Espero que um dia dês um encontrão em alguém como tu. De preferência um autoclismo.
Termino sem perder mais tempo com semelhante lógica imberbe e decrépita, pois a náusea é já insuportável.
Em cinco palavras finais, aqui te resumo:
Bronco mais bronco, não há.
“mais por falta de paciêcia que de argumentos, prometo não continuar esta dinâmica de resposta/contra-resposta que parece ter-se desenvido entre mim e o HAL. Se ele quiser pode ficar com a última palavra. Eu, a partir de agora, escrevo críticas de filmes.”
O verniz estalou-te. Afinal era apenas uma casca grossa. Mas quem diria…
Que grande nobre moral revelaste! Que correcção naquelas linhas…
Antes de mais, afirmo que não se deve confundir actos com pessoas. No entanto há certos actos, (ou talvez melhor, atitudes) que revelam tudo sobre uma pessoa. Não deixam margem para dúvidas. São ocasiões onde se apresentam como verdadeiramente são.
Como terminas é flagrante: tornou-se claro que a baixeza é-te intrínseca. Revelaste uma tal personalidade rastejante que, confesso, surpreendeu-me. Sinto-me tentado a simplificar que não passa tudo de um manifesto pueril resultante de birras dum ego ainda infantil. Contudo, tenho consciência que não é assim tão maniqueísta. Antes fosse…
Lamento que ainda não tenhas compreendido a Imprevisibilidade, fenómeno que só pode ser explicado definitivamente por clara burrice de mono.
O Paradoxo é um dos pontos reveladores dos teus padrões morais. E de respeito. Não tinhas nada que dizer que já me conheces há determinado tempo. Trazer algo pessoal, por mais insignificante que seja, para o domínio público, é inadmissível. Só possível para pessoas sem princípios.
Agora o meu odor corporal. A tua burrice chega ao cúmulo. As tuas narinas estão, como hei-de dizer… repletas de macacos. Aliás, se o teu olfacto estivesse operacional, não conseguirias respirar com o teu próprio fedor (odor, como chegas a referir!). Pena que a tua fanhosice não se resuma à voz.
No Escamoteamento continuas a mostrar a tua inaptidão para interpretar qualquer texto por mais simplificado que esteja. Platirrino mais tapado é impossível. Nem como aqueles (que também surgem como papagaios) que apenas dizem “Como te llamas? Quiero ser como tu”.
Da Clarividência à estenografia: Aqui o nojo continua. Asqueroso é sem dúvida a palavra ideal. Indiferente a todos? Desculpa duvidar de tão honrosa palavra, mas tens a certeza do que dizes? Já se tornou conhecida a tua capacidade de interpretação e a tendência para. E porque não o dizem os próprios? E mesmo que seja verdade, que tal percorres a blogosfera uma vez? Sabes, já existiam blogs antes de tu ou eu sabermos sequer o que raio era um blog. Descobririas um pouco de algo chamado bom senso, comprovando concerteza a evidência do post de apresentação. Mas a tua nulidade não te deixa ir muito longe. Agora, não penses que me arrastas para me tornar igualmente um medíocre. Não seria importante informar desde logo que o blog tinha um saimiri? Penso que um sinal de aviso da presença de uma aberração argumentativa seria algo humanamente decente.
Mas continuas com mais uma deliciosas palavras fecais. Mas desde quando é que os amigos opinam uns pelos outros? Estás doido? Já agora porque não um amigo votar por ti? Escreve-se algo em nome de todos e eu tenho que assinar de cruz? Depois reclamo se não estiver de acordo? E que tal evitar criar uma situação do género, não seria mais respeitador? Terás tu o direito, por exemplo, de declarares que para o blog, o génio da estimulação intelectual é o Ron Jeremy? E se discordar depois digo qualquer coisa? Não regulas de facto. Que tal aprenderes de vez que grunhes apenas em teu nome?
Sobre a amizade, considero que um dos requisitos é o facto de não pensarem uns pelos outros: respeitam as diferenças. Amizade não é uma homogeneização. Como tal, também eu pensava que não seria necessário de todo grandes regras ou protocolos. Mas enganei-me... Afinal o bom senso não impera. Eu não posso admitir que ninguém, ninguém, fale em meu nome ser estar legitimado para tal. Impor opiniões? Os amigos supostamente não procedem assim. É lamentável… E torna-se evidente que tens a perfeita noção do teu totalitarismo. Em teu abono, só posso especular que seja por complexos mal resolvidos. Pena que a visão umbiguista continue a provocar dano.
Mas há um ponto onde aplicas todo teu mau carácter. Quando me atiras a pérola segundo o teu conceito de honestidade intelectual” devido ao “só há fanchonos neste site”, revelas toda a tua falta de escrúpulos com recurso a tal demagogia. A demagogia parece ser, aliás, toda a tua técnica de pseudo argumentação. É bastante óbvio que jamais poderia deixar de responder quando questionas a minha honestidade intelectual. Posso dizer que o meu conceito bem como a sua prática estão intactos. Para te relembrar a tua néscia memória, e de modo apagar qualquer duvida virtual, o referido texto era um post TESTE. Se puxares um pouco pela tua cabecinha, recordarás que comunicaram-me então o facto de os posts não estarem a ser publicados. Como tal, procedi a UM TESTE, tentando publicar um texto após várias configurações. Ainda bem que revelas toda a tua dignidade neste facto que só demagogicamente poderia ser envolvido na discussão. A tua demagogia provoca vómitos.
Relativamente à tua saúde, creio já ter percebido. O problema é que aquilo não era para engolir. Não eram comprimidos. Deixa-me dizer-te: os supositórios não se engolem. Sim, é no que pensaste. A via correcta de administração é mesmo essa. Para tua estupefacção; é mesmo por aí. Eu sei que segundo a tua lógica, parece-te impossível, dadas as dimensões reduzidas dos mesmos. Mas é mesmo assim. Tenta controlar um pouco o desejo de permaneceres no baú até que ouças “Bring out the Macaco Chino”. Abstrai-te do consequente tratamento medieval com o maçarico e perceberás.
Faço um apelo à comunidade de psicologia para te estudarem. Agradecia que explicassem o teu comportamento, de modo a prevenir novos casos. Eu só posso especular que talvez em vez de biberão, tenhas recorrido a um bispote mais concorrido. Talvez explique o facto de, ao invés de pensares, dejectares.
Espero que um dia dês um encontrão em alguém como tu. De preferência um autoclismo.
Termino sem perder mais tempo com semelhante lógica imberbe e decrépita, pois a náusea é já insuportável.
Em cinco palavras finais, aqui te resumo:
Bronco mais bronco, não há.
terça-feira, dezembro 02, 2003
Porque não?
Embora não esteja de acordo coma linha de pensamento do John num dos seus últimos posts, agrada-me a sugestão feita por este: porque não alargar o âmbito deste blog a outros assuntos para lá do cinema? Parece-me justificável tendo em conta não só a diversidade de opiniões dos membros e os interesses destes, que vão muito para lá do cinema. A recente discussão entre o HAL9000 e o Macaco Chino disso foi, em parte, um bom exemplo, sobretudo na discussão em torno da criação e edição deste blog. Tenho procurado restringir os meus posts a temas relacionados com o cinema, mas acho que de facto este blog tinha muito a ganhar se esse tema fosse alargado. Conheço as pessoas que aqui escrevem e sei que as suas opiniões e ideias valem a pena ser lidas. Bom aqui fica o meu apoio à sugestão do John deixando à consideração dos outros o rumo que este blog deva tomar. (Um bom argumento será ver que este blog teve um maior número de visitas quando começou a discussão entre o MC e o HAL9000).
Retomando a recente discussão entre o HAL9000 e o Macaco Chino sendo o visado em algumas críticas convém que eu esclareça o seguinte. O post sobre o futebol em que eu coloquei uma piada que à posteriori removi, deixando apenas a cítica ao filme, devo dizer que a piada (boa ou má deixo essa avaliação à consideração de quem a lê) servia apenas como uma marcação, um pequeno anúncio da crítica que estava para vir mas que desde o início não tinha intenções de a deixar. Por essa atitude fui severamente criticado pelo HAL9000. Do que ele escreveu retirei a lição que a partir de hoje só colocarei textos na sua versão final e que poderei alterá-los na perspectiva de acrescentar mais algum texto, sem retirar nada do que lá esteja, ou corrigir erros ortográficos, de sintaxe ou de computador. No entanto nada disto põe em causa a minha honestidade intelectual, porque a minha linha de pensamento não mudou e o tema do post manteve-se.
De facto foi uma falha não ter havido um texto de apresentação deste blog. Embora se tenha falado nisso na altura de criação deste blog, o assunto não teve seguimento, e quando se deu por isso já o blog estava em funcionamento. Acredito que ainda vamos a tempo de corrigir essa falha.
No que diz respeito ao estilo devo dize que embora seja totalmente avesso ao uso da liguagem SMS, por achar que afecta o conteúdo da mensagem, deixo ao critério de cada um a forma de escrita e as ideias dessa mesma escrita.
Para terminar gostava apenas de dizer... And now for something completely different.
Embora não esteja de acordo coma linha de pensamento do John num dos seus últimos posts, agrada-me a sugestão feita por este: porque não alargar o âmbito deste blog a outros assuntos para lá do cinema? Parece-me justificável tendo em conta não só a diversidade de opiniões dos membros e os interesses destes, que vão muito para lá do cinema. A recente discussão entre o HAL9000 e o Macaco Chino disso foi, em parte, um bom exemplo, sobretudo na discussão em torno da criação e edição deste blog. Tenho procurado restringir os meus posts a temas relacionados com o cinema, mas acho que de facto este blog tinha muito a ganhar se esse tema fosse alargado. Conheço as pessoas que aqui escrevem e sei que as suas opiniões e ideias valem a pena ser lidas. Bom aqui fica o meu apoio à sugestão do John deixando à consideração dos outros o rumo que este blog deva tomar. (Um bom argumento será ver que este blog teve um maior número de visitas quando começou a discussão entre o MC e o HAL9000).
Retomando a recente discussão entre o HAL9000 e o Macaco Chino sendo o visado em algumas críticas convém que eu esclareça o seguinte. O post sobre o futebol em que eu coloquei uma piada que à posteriori removi, deixando apenas a cítica ao filme, devo dizer que a piada (boa ou má deixo essa avaliação à consideração de quem a lê) servia apenas como uma marcação, um pequeno anúncio da crítica que estava para vir mas que desde o início não tinha intenções de a deixar. Por essa atitude fui severamente criticado pelo HAL9000. Do que ele escreveu retirei a lição que a partir de hoje só colocarei textos na sua versão final e que poderei alterá-los na perspectiva de acrescentar mais algum texto, sem retirar nada do que lá esteja, ou corrigir erros ortográficos, de sintaxe ou de computador. No entanto nada disto põe em causa a minha honestidade intelectual, porque a minha linha de pensamento não mudou e o tema do post manteve-se.
De facto foi uma falha não ter havido um texto de apresentação deste blog. Embora se tenha falado nisso na altura de criação deste blog, o assunto não teve seguimento, e quando se deu por isso já o blog estava em funcionamento. Acredito que ainda vamos a tempo de corrigir essa falha.
No que diz respeito ao estilo devo dize que embora seja totalmente avesso ao uso da liguagem SMS, por achar que afecta o conteúdo da mensagem, deixo ao critério de cada um a forma de escrita e as ideias dessa mesma escrita.
Para terminar gostava apenas de dizer... And now for something completely different.
Kill BIll
Dias atras decidi-me finalmente a ver o filme do senhor Tarantino. Apesar do meu odio pela actriz que interpreta a personagem principal encontrei um filme bem realizado, e, se bem que a história deixe um pouco a desejar qualquer fa de filmes de samurais nao se vai sentir desapontado. As cenas de luta sao fabulosas e o calmo ambiente niponico contrasta vivamente com os momentos de accao.
so aconselhavel para apreciadores e quem quiser impressionar a namorada, leva 4/5por causa da primeira meia hora que nao esta a altura.
Dias atras decidi-me finalmente a ver o filme do senhor Tarantino. Apesar do meu odio pela actriz que interpreta a personagem principal encontrei um filme bem realizado, e, se bem que a história deixe um pouco a desejar qualquer fa de filmes de samurais nao se vai sentir desapontado. As cenas de luta sao fabulosas e o calmo ambiente niponico contrasta vivamente com os momentos de accao.
so aconselhavel para apreciadores e quem quiser impressionar a namorada, leva 4/5por causa da primeira meia hora que nao esta a altura.
Desabafo
Sinto-me quase ofendido por ver que me querem impor regras e padroes de escrita sem o meu consentimento e conhecimento. Nunca em caso algum me passou pela cabeça que para fazer uma crítica amadora de um filme fosse necessário ser um Camoes ou um Eça. Quanto ? refer?ncia "crítitico fantasma " apenas me estava a referir á minha lamentavel ausencia deste blog mas, qual Joao jardim preferiste falar em vez de pensar. Hal, ve se deixas de usar sistemas operativos do senhor gates pq so sai asneira desse computador.
Perdoem estas tiradas mas nao se podem ignorar estes resmungos contrarios ao espírito do blog. GRRR GRRR GRRR.
Sinto-me quase ofendido por ver que me querem impor regras e padroes de escrita sem o meu consentimento e conhecimento. Nunca em caso algum me passou pela cabeça que para fazer uma crítica amadora de um filme fosse necessário ser um Camoes ou um Eça. Quanto ? refer?ncia "crítitico fantasma " apenas me estava a referir á minha lamentavel ausencia deste blog mas, qual Joao jardim preferiste falar em vez de pensar. Hal, ve se deixas de usar sistemas operativos do senhor gates pq so sai asneira desse computador.
Perdoem estas tiradas mas nao se podem ignorar estes resmungos contrarios ao espírito do blog. GRRR GRRR GRRR.
Os Imortais
hoje decidi-me a ir ver um filme Portugues. Apeasr das participaçoes de nomes sonantes da sétima arte portuguesa as espectativas nao eram particularmente elevadas, pois nestes ultímos anos o único filme em portugues de boa qualidade era, surpresa das surpresas brasileiro. Falo neste caso do excelente filme " A cidade de Deus". Ora qual nao foi a minha surpresa quando depois de alguns percalços entrei com um certo atraso na sala e, vejo da primeira fila de uma sala cheia desnrolar-se um dos melhores filmes de cinema noir que já me foi dado ver. Uma história bem conseguido com bons cenários e excelentes actores a representarem no seu melhor. Há que notar que apesar de a acçao se dar em 1985 houve bastante cuidado para o apresentar como um filme de época. Como defeito há apenas a apontar-lhe o retorno ao tema da guerra colonial (sendo isto mau apenas para quem lá esteve).
Este filme merece um 4,5/5 e nao leva mais devido a algumas pontas soltas no argumento e pequenos detalhes que se devem desculpar pela falta de experiencia.
hoje decidi-me a ir ver um filme Portugues. Apeasr das participaçoes de nomes sonantes da sétima arte portuguesa as espectativas nao eram particularmente elevadas, pois nestes ultímos anos o único filme em portugues de boa qualidade era, surpresa das surpresas brasileiro. Falo neste caso do excelente filme " A cidade de Deus". Ora qual nao foi a minha surpresa quando depois de alguns percalços entrei com um certo atraso na sala e, vejo da primeira fila de uma sala cheia desnrolar-se um dos melhores filmes de cinema noir que já me foi dado ver. Uma história bem conseguido com bons cenários e excelentes actores a representarem no seu melhor. Há que notar que apesar de a acçao se dar em 1985 houve bastante cuidado para o apresentar como um filme de época. Como defeito há apenas a apontar-lhe o retorno ao tema da guerra colonial (sendo isto mau apenas para quem lá esteve).
Este filme merece um 4,5/5 e nao leva mais devido a algumas pontas soltas no argumento e pequenos detalhes que se devem desculpar pela falta de experiencia.
segunda-feira, dezembro 01, 2003
bla...bla...bla...
Pera,pera pera pera...pera pera...(azumanga daioh!!!!=) )estas palavras sao as unicas que podem descrever o que eu senti ao ler a "conversa entre o computador Hal e o nosso amigo macaco...deixem-se de palhaçadas e vejam o exemplo do zhero!falem de cine seus ROTOS!!!
Agora que ja desabafei... ai vai a minha critica de hoje...vou falar de...
Batle Royalle
Um filme para quem nao gosta de adolescentes...premissa...colocar uma turma de putos (adolescentes!) numa ilha pra se matarem uns os outros...tem 3 dias e apenas pode sobreviver um!caso nao queiram MORREM!caso sejam pouco fortes MORREM!caso...MORREM!!!um filme divertido e perfeito para uma matine de Natal... merece na minha opiniao...3/5 (nada mal!!)
Pera,pera pera pera...pera pera...(azumanga daioh!!!!=) )estas palavras sao as unicas que podem descrever o que eu senti ao ler a "conversa entre o computador Hal e o nosso amigo macaco...deixem-se de palhaçadas e vejam o exemplo do zhero!falem de cine seus ROTOS!!!
Agora que ja desabafei... ai vai a minha critica de hoje...vou falar de...
Batle Royalle
Um filme para quem nao gosta de adolescentes...premissa...colocar uma turma de putos (adolescentes!) numa ilha pra se matarem uns os outros...tem 3 dias e apenas pode sobreviver um!caso nao queiram MORREM!caso sejam pouco fortes MORREM!caso...MORREM!!!um filme divertido e perfeito para uma matine de Natal... merece na minha opiniao...3/5 (nada mal!!)
É NATAL
Passava hoje os olhos pela programação cinematográfica que a televisão nos tem para oferecer nesta quadra natalícia, quando de repente me recordei de um dos melhores filmes que vi sobre o Natal: The Nightmare Before Christhmas. Produzido por esse senhor que vai pelo nome de Tim Burton, esta é a história de um esqueleto, Jack Skellington, responsável pela produção e realização do Dia das Bruxas, que perante um enorme vazio existêncial (estava farto de fazer sempre a mesma festa) decide ser ele a organizar o Natal. Claro que para este tipo de tarefas temos o Pai Natal, e que para ele não há substituto possível como virá a descobrir Jack que terá que o salvar das mãos do Oogie Boogie (o papão) para salvar o Natal. O filme é um músical em stop motion animation para toda a família, sobretudo para quem não quiser ver o The Sound of Music pela enésima vez. A minha cotação para este filme: 5/5. É fantástico sobre todos os pontos de vista.
Passava hoje os olhos pela programação cinematográfica que a televisão nos tem para oferecer nesta quadra natalícia, quando de repente me recordei de um dos melhores filmes que vi sobre o Natal: The Nightmare Before Christhmas. Produzido por esse senhor que vai pelo nome de Tim Burton, esta é a história de um esqueleto, Jack Skellington, responsável pela produção e realização do Dia das Bruxas, que perante um enorme vazio existêncial (estava farto de fazer sempre a mesma festa) decide ser ele a organizar o Natal. Claro que para este tipo de tarefas temos o Pai Natal, e que para ele não há substituto possível como virá a descobrir Jack que terá que o salvar das mãos do Oogie Boogie (o papão) para salvar o Natal. O filme é um músical em stop motion animation para toda a família, sobretudo para quem não quiser ver o The Sound of Music pela enésima vez. A minha cotação para este filme: 5/5. É fantástico sobre todos os pontos de vista.
Branca de Neve
Num dos telejornais da tarde anunciavam que estaria em breve à venda uma mega edição em DVD dos filmes de João César Monteiro (11 no total). Tudo normal até aqui. Mas é então que decidem destacar um dos filmes: Branca de Neve. Para aqueles que não se recordam Branca de Neve não é um filme. São quase 70 minutos de um programa de rádio em formato cinemascope. Lembro-me quando este filme saiu para os cinemas o escândalo que foi o estado ter subsidiado um filme que na realidade não era filme nenhum (embora isto seja uma lição para todos os que acham que a cultura deve viver à custa de subsídios do estado não é assunto para ser discutido aqui). A comunicação social esventrou todos os participaram ou apoiaram esta aberração cinematográfica, que de cinema aliás não tinha nada. Não é pois que agora essa mesma comunicação social vem fazer tábua raza de tudo o que disse e falar de uma obra prima incompreendida pelo público desse grande cineasta português que é João César Monteiro. Alguém aida se recorda do que este senhor disse quando lhe pediram para comentar a reacção dos portugueses ao filme: “Eu quero que o Público portugês se vá foder”. Ora eu não sou uma pessoa agressiva nem violenta, mas se alguém a que eu paguei para fazer uma obra me dissesse isso aplicava-lhe logo ali um valente correctivo: um valente murro nas fuças! A memória é curta. Para aqueles que esperam que eu faça uma análise ao filme aqui vai: aquilo não era um filme! Logo não posso lhe dar cotação!
Mas fica aqui a minha profunda indignação com toda esta palhaçada!
Num dos telejornais da tarde anunciavam que estaria em breve à venda uma mega edição em DVD dos filmes de João César Monteiro (11 no total). Tudo normal até aqui. Mas é então que decidem destacar um dos filmes: Branca de Neve. Para aqueles que não se recordam Branca de Neve não é um filme. São quase 70 minutos de um programa de rádio em formato cinemascope. Lembro-me quando este filme saiu para os cinemas o escândalo que foi o estado ter subsidiado um filme que na realidade não era filme nenhum (embora isto seja uma lição para todos os que acham que a cultura deve viver à custa de subsídios do estado não é assunto para ser discutido aqui). A comunicação social esventrou todos os participaram ou apoiaram esta aberração cinematográfica, que de cinema aliás não tinha nada. Não é pois que agora essa mesma comunicação social vem fazer tábua raza de tudo o que disse e falar de uma obra prima incompreendida pelo público desse grande cineasta português que é João César Monteiro. Alguém aida se recorda do que este senhor disse quando lhe pediram para comentar a reacção dos portugueses ao filme: “Eu quero que o Público portugês se vá foder”. Ora eu não sou uma pessoa agressiva nem violenta, mas se alguém a que eu paguei para fazer uma obra me dissesse isso aplicava-lhe logo ali um valente correctivo: um valente murro nas fuças! A memória é curta. Para aqueles que esperam que eu faça uma análise ao filme aqui vai: aquilo não era um filme! Logo não posso lhe dar cotação!
Mas fica aqui a minha profunda indignação com toda esta palhaçada!