terça-feira, junho 08, 2004
Van Helsing
É um desperdício. Orçamento elevado, actores razoáveis (bem indicados para os papeís que representam), um argumento com potencial para ser um bom filme de terror/comédia série B (tipo Evil Dead III), mas que num esforço para se levar a sério cai num ridículo inenarrável. Nada se aproveita no produto final. É lamechas, descoordenado e sobreudo muito longo, aborrecido e extremamente previsível. Mas o que me custa mais e que este filme nas m?os de alguém como Sam Raimi ou John Carpenter podia ser um bom filme. O melhor que posso dizer é: n?o v?o ver este filme. 1/5 estrelas (pelo potencial desperdiçado).
É um desperdício. Orçamento elevado, actores razoáveis (bem indicados para os papeís que representam), um argumento com potencial para ser um bom filme de terror/comédia série B (tipo Evil Dead III), mas que num esforço para se levar a sério cai num ridículo inenarrável. Nada se aproveita no produto final. É lamechas, descoordenado e sobreudo muito longo, aborrecido e extremamente previsível. Mas o que me custa mais e que este filme nas m?os de alguém como Sam Raimi ou John Carpenter podia ser um bom filme. O melhor que posso dizer é: n?o v?o ver este filme. 1/5 estrelas (pelo potencial desperdiçado).
segunda-feira, junho 07, 2004
Eternal Sunshine of the Spotless Mind
Um filme com argumento de Charlie Kaufman (Adaptation (2002); Being John Malkovich (1999)) associado a mais um realizador vindos do mundo dos vídeos de música e de publicidade prometia ser um espectaculo surreal. Prometeu e cumpriu. Criaram um filme recorrendo de novo ao melhor argumento para um filme segundo Hitchkock - boy meets girl, tema que recriaram com imaginaç?o e astúcia virando-o ao contrário: eles já se conhecem, o amor já existe. E agora? E aqui entra a parte mais delirante do filme: como uma ida ao café agora pode se ir a uma loja apagar as memórias que queremos esquecer. Todas. Ou quase todas. Há aquelas que n?o queremos esquecer, ou simplesmente n?o podemos esquecer. É neste tema que o filme reflecte sobre o poder do esquecimento e do conhecimento: se pudemos esquecer o mal, n?o sentiremos remorsos, entre outras... O filme por vezes torna-se confuso, um pouco lento, perde-se um puco com uma história paralela, mas no global é excelente. Uma nota final para os actores: fabulosos. E em particular, Jim Carrey, que fechado num rosto cansado de barba por fazer, desiludido, tímido, demonstra que há muito para lá das piruetas e das caretas (Give this man an oscar!!!). 4/5 estrelas
Um filme com argumento de Charlie Kaufman (Adaptation (2002); Being John Malkovich (1999)) associado a mais um realizador vindos do mundo dos vídeos de música e de publicidade prometia ser um espectaculo surreal. Prometeu e cumpriu. Criaram um filme recorrendo de novo ao melhor argumento para um filme segundo Hitchkock - boy meets girl, tema que recriaram com imaginaç?o e astúcia virando-o ao contrário: eles já se conhecem, o amor já existe. E agora? E aqui entra a parte mais delirante do filme: como uma ida ao café agora pode se ir a uma loja apagar as memórias que queremos esquecer. Todas. Ou quase todas. Há aquelas que n?o queremos esquecer, ou simplesmente n?o podemos esquecer. É neste tema que o filme reflecte sobre o poder do esquecimento e do conhecimento: se pudemos esquecer o mal, n?o sentiremos remorsos, entre outras... O filme por vezes torna-se confuso, um pouco lento, perde-se um puco com uma história paralela, mas no global é excelente. Uma nota final para os actores: fabulosos. E em particular, Jim Carrey, que fechado num rosto cansado de barba por fazer, desiludido, tímido, demonstra que há muito para lá das piruetas e das caretas (Give this man an oscar!!!). 4/5 estrelas
sexta-feira, junho 04, 2004
La Mala Educación
O que mais aprecio num cineasta como o Pedro Almodóvar é a escolha e direcç?o de actores, pois n?o é nada fácil interpretar as personagens deste realizador. E este filme é mais uma prova disso. Semelhante ao anterior (Hable con ella (2002)) na história de amizade (e de amor) entre dois amigos que se conhecem na escola acaba por ser menos fluído que o anterior por se perder numa intriga sobre pedofília. Muito interessante o filme dentro do filme, demonstrando a distorç?o da realidade pela ficç?o embora o fundamental permaneça. O final é decepciona quando tenta explicar o que aconteceu muitos anos depois. A igreja católica n?o se pode queixar porque o comportamento desviante de um padre é apenas um caso de abuso pelo poder que podia ser pela relig?o como por qualquer outra hierarquia. A cotaç?o mant?m-se 4/5. N?o percam.
O que mais aprecio num cineasta como o Pedro Almodóvar é a escolha e direcç?o de actores, pois n?o é nada fácil interpretar as personagens deste realizador. E este filme é mais uma prova disso. Semelhante ao anterior (Hable con ella (2002)) na história de amizade (e de amor) entre dois amigos que se conhecem na escola acaba por ser menos fluído que o anterior por se perder numa intriga sobre pedofília. Muito interessante o filme dentro do filme, demonstrando a distorç?o da realidade pela ficç?o embora o fundamental permaneça. O final é decepciona quando tenta explicar o que aconteceu muitos anos depois. A igreja católica n?o se pode queixar porque o comportamento desviante de um padre é apenas um caso de abuso pelo poder que podia ser pela relig?o como por qualquer outra hierarquia. A cotaç?o mant?m-se 4/5. N?o percam.
terça-feira, junho 01, 2004
The Day After Tomorrow
O primeiro Blockbuster de verao...Hj veio um bocado mais cedo...deve ter sido o calor...hahaha!!!=) uma realidade climatica levada a um extremo irrealista e muito cinematografico...efeitos visuais "a la ID:4" e um excelente casting...a sempre "quase estrela" dennis quaid (excelente actor!), e a futura estrela em ascenç?o jake gylenhall(nao sei escrever!)...com excelentes secundarios e um realizador que sabe o que faz neste genero...para comer pipocas!***estrelas!
O primeiro Blockbuster de verao...Hj veio um bocado mais cedo...deve ter sido o calor...hahaha!!!=) uma realidade climatica levada a um extremo irrealista e muito cinematografico...efeitos visuais "a la ID:4" e um excelente casting...a sempre "quase estrela" dennis quaid (excelente actor!), e a futura estrela em ascenç?o jake gylenhall(nao sei escrever!)...com excelentes secundarios e um realizador que sabe o que faz neste genero...para comer pipocas!***estrelas!
Seus macacos! Podiam ter avisado os que andam mais distraidos (ou desparecidos)!
Ficam aqui as minhas recomendaç?es porque de momento n?o tenho tempo para escrever as críticas:
Despertar da Mente ****
Má Educaç?o ****
E os filmes que n?o recomendo:
Van Helsing 0
Por fim, de absoluto acordo em relaç?o as posts anteriores sobre o LosT in Translation
Ficam aqui as minhas recomendaç?es porque de momento n?o tenho tempo para escrever as críticas:
Despertar da Mente ****
Má Educaç?o ****
E os filmes que n?o recomendo:
Van Helsing 0
Por fim, de absoluto acordo em relaç?o as posts anteriores sobre o LosT in Translation